Tomate Santy: a melhor opção para a safra de inverno

O início da semeadura para a safra de inverno do tomate já se aproxima em diversas regiões do Brasil e a melhor opção da Sakata para este período do ano é o Tomate Santy. Uma variedade bastante indicada por apresentar uma janela de semeadura que se estende de fevereiro à julho, com grande segurança e estabilidade nos resultados ao longo da colheita, graças ao seu alto vigor de planta.

Vale destacar que o alto vigor de planta desta variedade proporciona ótimo crescimento e desempenho, mesmo diante de condições adversas de produção, sendo uma característica essencial também para garantir a perenidade da colheita. Tendo a produção de ponteiro como ponto forte, com alto pegamento de frutos e manutenção do padrão de calibre e classificação, o tomate Santy chama atenção também por seus frutos graúdos (peso médio de 250 gramas) e pela longevidade na colheita – características que fazem deste híbrido um campeão de produtividade e rentabilidade na safra de inverno.

Outro componente de sucesso desta variedade é a sua alta resistência ao Geminivírus e ao Vira-Cabeça, além de uma boa resistência também a manchas e rachaduras. Todas estas vantagens competitivas são cruciais frente aos concorrentes que atuam no mesmo segmento, já que perdas por viroses, manchas e rachaduras reduzem consideravelmente o lucro do produtor. Além disso, a variedade possui material rústico, fácil de manejar, com boa adaptação aos principais locais de produção do país, sendo necessário apenas seguir a recomendação de adubação indicada pelos distribuidores e técnicos da empresa.

O Santy é considerado, atualmente, o tomate tipo Salada Indeterminado TY que possui comprovadamente a maior produtividade do segmento, com mais de 95% dos frutos correspondendo às classificações AA e AAA, proporcionando alto valor agregado e maior rentabilidade na comercialização.

Palavra do Produtor: Rivael Rodrigues dos Reis, de Nerópolis (GO)

O produtor Rivael Rodrigues dos Reis herdou, assim como seus irmãos, o mesmo ofício do pai: o trabalho no campo. Há muitos anos eles atuam juntos na plantação das culturas de tomate e milho na propriedade da família, a Chácara Dois Irmãos, localizada na cidade Nerópolis (GO).

Ele conta que são clientes da Sakata desde o lançamento da variedade de tomate Carmem e que atualmente cultivam os tomates Valerin, durante o ano todo, e Santy, no período de fevereiro a agosto – época mais fria e seca do ano na região.

Com início da semeadura do tomate Santy previsto já para o próximo mês, Rivael explica que após vários testes realizados para conseguir posicionar a época certa de plantá-lo em sua região, a variedade se tornou a melhor opção de cultivo neste período do ano.  “Comecei com uma área de 15 mil plantas, depois no ano seguinte passei para 30 mil e, por fim, utilizei uma área com 100% de plantas da variedade. Fui testando e aumentando o plantio ao longo das safras e consegui uma grande produtividade e um tomate com excelente qualidade”, explica. Na última safra de 2017, o produtor registou uma produção total de 500 caixas por mil pés de tomate Santy.

Rivael destaca ainda que o Santy, além de ser ótimo a campo, também é um sucesso na hora da comercialização. “Ele é um tomate excelente, pois oferece tudo o que o mercado quer. Possui ótima coloração e tamanho, além de padrão e firmeza de fruto, características que ajudam muito no transporte e na durabilidade pós-colheita. Toda essa qualidade de fruto acaba refletindo na ótima aceitação do mercado, já que os compradores gostam muito”, exemplifica.

Atualmente, a produção da propriedade é distribuída de forma bastante pulverizada pelo país, sendo comercializada para vários estados além de Goiás, como Paraná, Pará e Tocantins, além de pontos de venda que vão desde Ceasas até supermercados.

O produtor também reforça sua satisfação em relação ao atendimento da Sakata e dos parceiros Agroseed (distribuidor) e HF Produtos Agrícolas (revenda), cujos profissionais, segundo ele, estão sempre na sua lavoura oferecendo todo o suporte necessário.

Jogando em casa: as contribuições da genética nacional para a horticultura em clima tropical

A área de pesquisa e melhoramento genético em hortaliças tem se desenvolvido muito nos últimos anos, ficando cada vez mais competitiva, sobretudo, no segmento de cultivares de tomate, por ser uma fatia de mercado bastante valiosa e disputada.

Ao analisar a história do mercado hortícola, é possível verificar que, no passado, o mercado brasileiro tinha acesso apenas à genética importada. Com o passar dos anos, algumas instituições públicas de pesquisas, como Esalq-USP e Instituto Agronômico (IAC), começaram a liberar as primeiras cultivares criadas para o mercado nacional. Atualmente, várias empresas privadas globais vêm atuando no país, muitas ainda sem pesquisa local, trabalhando apenas com cultivares importadas desenvolvidas para outros mercados, como a Europa, os Estados Unidos e o México.

A Agroflora, fundada em 1968, posteriormente incorporada pelo Grupo Sakata, foi a primeira empresa privada a investir em pesquisa para atender às demandas locais, entregando ao mercado várias cultivares adaptadas às condições tropicais de cultivo do país. Este pioneirismo fez a Agroflora-Sakata ser considerada, por muitos anos, a empresa número um no mercado brasileiro.

Conduzir pesquisas no Brasil é uma das grandes vantagens competitivas da Sakata, mas o avanço da horticultura e as demandas de mercado impõem novos desafios para as empresas do ramo, sobretudo, no que se refere à genética de seus produtos. Por isso, a Sakata Seed Sudamerica tem modernizado suas ferramentas de pesquisa em genética e vem trabalhando com segmentos muito bem aceitos não apenas nacionalmente, mas também em vários mercados mundiais. Exemplos disto são os produtos desenvolvidos pela Sakata no Brasil e que são também vendidos em outros mercados, como é o caso das abobrinhas para a Europa, dos tomates para a África do Sul, dos pimentões para os Estados Unidos, entre outros.

Neste sentido, fazer pesquisa local continua sendo uma fortaleza. O clima da cidade de Bragança Paulista (SP), onde fica sediada a Estação Experimental da Sakata, é considerado um dos melhores do mundo, viabilizando assim a condução dos programas de melhoramento genético durante o ano todo. Este perfil não apenas possibilita a redução de custos com algumas estruturas de pesquisa, como também aproxima a empresa dos produtores, permitindo a entrega de cultivares mais adaptadas às necessidades específicas de produção do país.

Atualmente, a Sakata é a empresa de genética de hortaliças que mais investe em programas de melhoramento no Brasil. Este investimento, aliado ao germoplasma criado para atender às demandas da América do Sul, juntamente com os 50 anos de know-how da empresa em desenvolver genética de hortaliças para o mercado sul-americano, faz a companhia se manter altamente competitiva. Tudo isso, somado à qualidade e tradição dos seus produtos e serviços, bem como a confiança e parceria com os clientes, certamente manterá a liderança da empresa em seu território de atuação.

Boa leitura a todos!

Renato Braga, Pesquisador e Melhorista da Sakata Seed Sudamerica

Hipersensibilidade do Tomateiro: um desafio que exige múltiplas ações

No Brasil, o Vira-Cabeça do tomateiro (vide Figura 1) é causado por várias espécies do gênero tospovírus: CSNV, GRSV, TCSV e TSWV. Mais de 550 espécies de plantas, compreendendo mais de 70 famílias vegetais, são relatadas como hospedeiras potenciais destes vírus. Os tospovírus em solanáceas são transmitidos por tripes, principalmente Frankliniella occidentalise F. schultzei.

De acordo com Ricardo Giória, Coordenador de Fitopatologia da Sakata, ocontrole ineficiente de tripes, juntamente com os plantios sucessivos de tomate e as alterações climáticas significativas nos últimos anos são algumas das razões que favoreceram o incremento da população de tripes e o aumento na pressão de inóculo do Vira-Cabeça nas plantações de tomate.

Segundo o especialista, “em algumas regiões do Brasil, a pressão do patógeno se tornou tão alta, que um fenômeno científico – já conhecido, mas até então de rara aparição – tem se tornado frequente nas lavouras. Trata-se da Necrose Sistêmica (vide Figura 2), uma sintomatologia comum hoje em áreas onde são plantados híbridos de tomate com alto nível de resistência à Vira-Cabeça”, explica Giória.

Popularmente conhecida como “Hipersensibilidade do Tomateiro”, a Necrose Sistêmica normalmente ocorre em função da alta pressão de tripes associada a temperaturas mais elevadas. “Muitos produtores acreditavam que a introdução de variedades resistentes eliminaria a necessidade de controle do inseto vetor. No entanto, ao deixar o controle do inseto em segundo plano, o risco de perda de plantas se torna muito alto”, alerta o profissional.

Para Ricardo Giória, a realidade que se apresenta, com perdas representativas nas lavouras de tomate devido à alta incidência de insetos vetores com vírus, tem mobilizado o setor sementeiro para desenvolver novos híbridos de tomate com alto nível de resistência a tospovírus, disponibilizando ao mercado o lançamento de novas variedades, no intuito de proporcionar assim um novo cenário para a tomaticultura no país. Mas ele adverte que “as variedades com níveis de resistência estão inseridas neste contexto como parte importante de uma solução, visando o incremento da produtividade e também do lucro do produtor, contudo, o manejo integrado de pragas e doenças é fundamental para a sustentabilidade da tomaticultura”, salienta Giória.

Evento de lançamento da alface Jade reúne produtores do Cinturão Verde de São Paulo

No dia 28 de março, foi realizado um evento em Mogi das Cruzes, região do Cinturão Verde de São Paulo, para promover o lançamento oficial da alface Crespa Jade. Organizado pelo distribuidor Yoshida & Hirata, em parceria com a Sakata, o evento reuniu mais de 50 importantes produtores da região.

A programação incluiu um ciclo de palestras sobre temas diretamente ligados à cultura da alface, dentre os quais:

  • “Os Cinquenta Anos de Melhoramento Genético de Alface pela Agroflora – Sakata”, ministrada pelo Pesquisador Aniello Cutolo Filho;
  • “Apresentação e Posicionamento da Alface Crespa Jade”, proferida pelo Assistente Técnico Comercial, Paulo Robson Kaplum;
  • Palestra “Casos de Sucesso Regional de Jade e Dicas de Manejo”, abordada por Alexandre Ken, Seedman da empresa Yoshida & Hirata.

A nova variedade de alface se destaca por sua excelente qualidade visual: plantas grandes e volumosas, folhas com alta crespicidade e de coloração verde brilhante.

Por possuir grande quantidade de folhas do mesmo tamanho, possibilita a comercialização de diferentes formas, atendendo de forma satisfatória o mercado de alfaces higienizadas e/ou processadas.

Altamente adaptada às condições tropicais de cultivo e com ampla janela de plantio, a alface Jade pode ser cultivada em campo aberto e em sistema hidropônico. Possui ainda resistência ao pendoamento precoce e queima de bordos, agregando precocidade e resistência às principais raças de Míldio presentes no Brasil (1 a 16, 21 e 23) e a Pythium. Possibilita ainda flexibilidade na colheita, pois as plantas mantêm o padrão comercial por muito mais tempo, devido à sua grande durabilidade pós-colheita.

Conheça os produtos que são destaque no mês de abril!

Como parte da comemoração do seu cinquentenário, a Sakata Seed Sudamerica destaca mensalmente algumas variedades do seu portfólio de hortaliças e flores.

Neste mês de abril, as estrelas do portfólio são: as abobrinhas Adele e Kamileh, bem como o pimentão Magali R; e também a flor Marigold Proud Mari.

Conheça mais sobre estes produtos no link: http://www.sakata.com.br/50anos_abril

Beterraba Gloria alia rendimento e precocidade

A Sakata acaba de lançar Gloria, uma beterraba híbrida com alto potencial produtivo, desenvolvida para atender melhor as necessidades dos produtores e as tendências deste segmento de mercado no Brasil.

Vale destacar que o segmento de beterraba evoluiu bastante nos últimos anos no que diz respeito ao consumo, uso de sementes híbridas, técnicas de semeio, mudança de janela de semeio e armazenamento, registrando também uma concentração maior da colheita no final do inverno.

Com um ciclo que é, em média, sete dias mais precoce do que as demais variedades do mercado, a nova beterraba se adapta muito bem ao manejo convencional dos produtores, proporcionando maior produtividade por hectare e colheita antecipada. O ciclo precoce possibilita ainda redução no custo total da lavoura, principalmente em relação à diminuição do número de irrigações e outros tratos culturais necessários.

Outros grandes atributos da beterraba Gloria são a excelente qualidade de raiz, pele lisa, formato arredondado e colorações interna e externa muito intensas.

Tomates com genética adaptada: comprometimento da Sakata com o produtor

O investimento da Sakata no desenvolvimento de novas variedades de tomate por meio de pesquisa nacional não é apenas uma estratégia da companhia que visa à vantagem competitiva de mercado, mas também, uma política de parceria e comprometimento com o sucesso dos negócios do seu cliente: o tomaticultor.

Desde o início de suas atividades no Brasil, a empresa focou seus esforços em atender demandas muito específicas de clima e solo locais, para proporcionar os melhores resultados aos produtores. O Gestor de Produtos da Sakata, Gustavo Veiga, explica que “o país possui um clima tropical úmido, no qual o período de verão se caracteriza principalmente pelas altas taxas de chuvas e temperaturas muito elevadas. Estes fatores geram uma elevada dificuldade e risco de cultivo aos produtores de tomate, pela alta pressão de doenças, principalmente bacterianas, além de rachaduras nos frutos”.

O profissional acrescenta ainda que “o aumento significativo dos custos de produção nos últimos cinco anos e um mercado consumidor estável, fizeram com que o produtor se deparasse com a necessidade de melhorar a qualidade da sua gestão de produção, para obter uma margem de lucro satisfatória, diminuindo assim o espaço para riscos e erros”, afirma.

Devido a todas estas questões que envolvem o negócio da tomaticultura no Brasil, a utilização de variedades com genética superior e adaptada, como as desenvolvidas pela equipe de Pesquisa da Sakata, tornou-se fundamental para o produtor obter uma produção mais segura e rentável a campo. “Grande parte dos produtos disponíveis atualmente no mercado, com exceção do portfólio da Sakata, correspondem a uma genética proveniente e destinada às condições secas de cultivo, que apresentam um grande risco ao produtor principalmente para os cultivos em campo aberto, durante a safra de verão. Tal risco se deve ao fato de que estas cultivares podem gerar baixa performance na produção devido a bacterioses, manchas e rachaduras nos frutos, depreciando e muitas vezes inviabilizando a comercialização do fruto, deixando o produtor em situação de alta vulnerabilidade”, alerta Veiga.

Para evitar estes problemas e riscos para seus clientes, a Sakata vem desenvolvendo há mais de 50 anos um portfólio cada vez mais completo, com variedades de tomate totalmente adaptadas ao clima tropical, visando atender às necessidades do produtor e as demandas de mercado. “Seguramente, a genética da Sakata entrega ao mercado esta característica de oferecer produtos com adaptação à condição tropical úmida, como uma marca especial, com a rusticidade necessária para o cultivo de alta performance e grande segurança em campo aberto. Bons exemplos disto são os produtos Ravena, Tyna, Carina TY, Carina Star e Pietra, que são hoje as melhores opções para cada um de seus segmentos”, finaliza Veiga.

Para saber mais detalhes sobre estas e outras variedades de tomates disponíveis no portfólio de produtos da empresa, acesse o catálogo virtual da Sakata: http://www.sakata.com.br/catalogo/catalogo.html

Visite nosso estande na Hortitec 2018

A participação da Sakata na Hortitec 2018, maior feira técnica de horticultura da América Latina, terá como foco a comemoração dos 50 anos de atuação da empresa na América do Sul e apresentará ao público oito novas variedades de hortaliças, denominadas como “Coleção do Cinquentenário”, desenvolvidas especialmente para as condições tropicais de cultivo. São elas: Alface Jade, Mini Couve-chinesa Sayuri, Couve-flor Nívea, Pimenta Doce Don Santino, Pepino Shikari, Melancia Estona, Beterraba Gloria e Rabanete Ready.

Já para o segmento de Flores, a Sakata também promoverá o lançamento de seis novas variedades de flores, destinadas para os segmentos de Corte e de Vaso. São elas: Platycodon, Lisianthus Maria Snow, Lisianthus Robella 2 Pure White, Lisianthus Robella 2 Green, Lisianthus Rosanne 2 Green e Lisianthus Echo Purple.

No local, os visitantes poderão conferir ainda os demais produtos já consagrados do portfólio da empresa, bem como obter orientações e esclarecimentos sobre seus diferenciais, dicas de manejo e posicionamento comercial junto à equipe técnica da empresa, que ficará à disposição para atendimento ao longo de toda a programação do evento.

O estande da Sakata é o nº 24 e está localizado no Pavilhão Verde. A Hortitec acontecerá de 20 a 21 de junho, das 9h às 19h, e no dia 22 de junho, das 9h às 17h, no Recinto da Expoflora, situado na Alameda Maurício de Nassau, nº 675, em Holambra (SP).

Workshop de Brássicas e Folhosas no Ceará

No dia 26 de março, a Sakata realizou um Workshop de Brássicas e Folhosas, em Guaraciaba do Norte, região da Serra do Ibiapaba, no Ceará. Organizado pelo Coordenador de Vendas da Sakata Cledionor Júnior, com o suporte dos distribuidores locais Crop Cultivos e Cultivar, o evento reuniu mais de 30 importantes produtores da região.

A programação contemplou três palestras relacionadas às culturas de brássicas e folhosas, ministradas por profissionais da Sakata. O Pesquisador Aniello Cutelo Filho abordou o tema “Os 50 anos de Melhoramento Genético da Sakata” e “Dicas de Manejo”; já a Fitopalogista Kátia Brunelli, discorreu sobre a “Prevenção e Controle das Principais Doenças”; e, por fim, a Coordenadora de Produtos Talita Scholl, apresentou os “Últimos Lançamentos e Posicionamento dos Produtos Sakata”.

Além de agregar novos conhecimentos, o evento também foi uma oportunidade para debater questões técnicas e de mercado, bem como para esclarecer dúvidas específicas com os profissionais da região.